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quarta-feira, 12 de março de 2014

COBOGÓ - UM LUXO!


Estrela na EXPO REVESTIR 2014!

Cobogó é a denominação dada a elementos vazados, normalmente feitos em cimento,que completam paredes
e muros para possibilitar maior ventilação e luminosidade ao interior de um imóvel, seja residencial, comercial ou industrial.
Seu nome deriva das iniciais dos sobrenomes de três engenheiros, que no século XX trabalhavam na cidade brasileira do Recife  e conjuntamente o idealizaram: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antonio is.
Inicialmente, os cobogós eram feitos apenas de cimento, com sua popularização passaram a ser moldados com outros materiais, como argila, vidro, cerâmica etc.

Versáteis e charmosos!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Por que os Clientes são mulheres? E como tratá-las.



Por que os Clientes são mulheres? E como tratá-las. 
Por: Ricardo J. Botelho
95% dos Clientes na área de Arquitetura e Design de interiores são mulheres. 82% dos profissionais que atuam nessa área também são mulheres.

Muitos leitores vão dizer que os Clientes homens estão crescendo. Atenção: 80% da compras em todo o mundo do varejo, por exemplo, são feitas por mulheres. O que seria da economia mundial se não fossem as mulheres?

No caso do Lar (grande produto de atuação dos profissionais) essa realidade é ainda mais impactante. As mulheres tomam à frente nessa matéria e os homens são meros coadjuvantes. Muitas explicações existem para esse fato. Uma delas, a que eu mais gosto, diz respeito à estrutura do nosso cérebro e o papel do homem e da mulher na preservação da espécie.

Nossa estrutura cerebral está organizada em três áreas básicas:

- córtex: só os humanos possuem (nem todos, tudo bem!) onde se materializa as percepções, a inteligência, as noções de profundidade, os cálculos etc.

- límbico: só os animais de sangue quente ostentam esta área vital para as emoções (certos estudos indicam que as emoções permeiam todo o cérebro e não apenas uma área determinada).
-reptiliano: o primeiro estágio do cérebro, a região mais antiga (vem de réptil) herdada dos répteis (animais de sangue frio). É no cérebro reptiliano que nossos instintos de sobrevivência estão alojados. Proteção, segurança, aconchego estão ali, nesta área. Os bebês choram antes de aprenderem a falar, pois instintivamente agem com o cérebro reptiliano que os dotou do choro como forma de garantir a sua sobrevivência (alimento e conforto, não dor).

Se o cérebro réptil é o forno de nossas ações, então o hormônio masculino, a testosterona, é como gasolina nesse fogo. É por isso que durante os milênios o homem tem sido muito mais inventivo e destrutivo e nômade do que as mulheres.

Já o cérebro reptiliano das mulheres se preocupa com a condição de perenidade da espécie. Cuidar é uma habilidade feminina herdada na escala da evolução das espécies. Na maioria dos animais cabe à mulher o papel de gerar os filhotes e garantir a continuidade da espécie.

Nesse contexto o Lar exerce um papel sensível no processo de geração e preservação da espécie e a mulher, como vimos, está indelevelmente liderando essa condição. Por isso, tomam à dianteira quando se trata de cuidar do Lar, do ninho.

Bem, já sabemos por que nossos Clientes são mulheres. Mas será que uma mulher entende melhor outra mulher? Delicada essa abordagem, até porque 80% de nossos leitores são mulheres! Como contrariá-las? Mas não se trata disso. Na verdade, por natureza, os homens têm mais dificuldade de ouvir (especialmente as mulheres), tendem a ser mais pragmáticos e mais rapidinhos (o que nem sempre é bom, certo?). Então, no quesito paciência, saber ouvir, entender os problemas, uma mulher entende melhor outra mulher.

Agora, em matéria de assertividade (dizer o que tem que ser dito sem se preocupar tanto com que o outro vai pensar do que está sendo dito) os homens são imbatíveis. Isso ajuda na tomada de decisões, quando parece que tudo está em banho-maria alguém tem que correr riscos (outra característica mais masculina do que feminina) e tentar alternativas para que a coisa ande. A capacidade de dizer não (às vezes o Cliente precisa ouvir não) está mais bem resolvida no homem. Mas a sensibilidade para o momento certo, o detalhe, a percepção quando as palavras não existem, configuram áreas de domínio feminino. Assim, o bom profissional se conscientiza dessas necessidades e desenvolve habilidades para ter sucesso na relação com o Cliente, predominantemente uma mulher.